theme by s-d

ask-me contato textos home diva

Não sinto falta de algumas pessoas pois não queria te-las em minha vida novamente, porque tudo que não faz parte da de mim hoje teve seus motivos para ir embora, sejam eles justos ou injustos. Digo — sinto saudades porque embora as pessoas tenham mudado as lembranças continuam intactas, afinal lembranças não mudam, pessoas sim. Queria ter aproveitado mais esses momentos e talvez ter sido até mais intensa do que fui.
| Caroline S.

1/141 »

2 years ago · 1613 notes · Via · Source · reblog
Tagged:

2 years ago · 485 notes · Via · Source · reblog
Tagged:

Porque as mulheres viram lésbicas.
Algum dia da sua vida, pode ser numa tarde sentada na frente da biblioteca pública ou em uma daquelas micaretas de carnaval, a mulher encontra o homem perfeito. Alto, cabelo perfeitamente arrumado e lábios deliciosamente beijáveis. E como se fizesse parte de uma daquelas cenas de alguma comédia romântica, os dois simplesmente ficam juntos e começam a construir aquilo que muitos chamam de “vida a dois”. Mas aí ela se irrita com uma ligação não atendida por puro orgulho dele em admitir que também estava em casa sentado no sofá pensando nela. Ela se chateia com aquela maldita mensagem de bom dia que ele nunca responde mas que sempre manda uma de boa tarde com aquele “eu te amo” no final querendo amolecer o coração dela. Ela implica com os horários dele, com os amigos dele, ela implica com ele e essa mania de querer ser solteiro, quando na verdade eles estão juntos. A mulher não gosta disso não, de homem fracote que não assume o relacionamento e quer dar uma de pegador na balada às dez horas da noite, justo a hora que eles iam jantar juntos e comemorar seis meses de namoro. Ela briga com ele, ele grita com ela, ela chora por ele, ele pede desculpas mas no dia seguinte faz a mesma coisa, e até pior, dependendo do nível de álcool no seu organismo. Ele era perfeito, mas era quando queria levar a coitada pra cama, porque depois disso só soube gritar e dizer o quanto ela é grudenta e insistente pra certos assuntos, como por exemplo casar. Casar? Com ela? Ah não, não mesmo. Ela não sabe o que ele pensa sobre o assunto, mas acha que por estarem a tanto tempo juntos, ele se sinta como ela. Mas não, ele não se sente tão assim, porque na maioria das vezes ele mente pra evitar briga porque quer ir logo pra cama. Então o tal homem/cara resolve que tudo bem, aquela mulher é linda e gostosa, mas é irritante controlada e incansavelmente sensível mais da metade do mês. Aí ele (o homem perfeito da boca perfeita do beijo gostoso) chega na mulher e diz que acabou, que já era e que foi bom enquanto durou. Olha só que engraçado, o homem perfeito, que ela amou até mesmo quando não deveria amá-lo, disse que aquilo que eles construíram com tanto carinho e amor, acabou e não tem mais volta. E pronto. Ploft. Pá. A mulher chora, e chora porque toda mulher sempre chora quando um relacionamento acaba e relacionamentos com homens perfeitos não podem acabar assim, com ele te mandando embora e você saindo pela porta com sua escova de dente e sua capa de travesseiro. Mas é verdade, é crueldade, eu acho, mas deve ser mesmo, porque mulher não nasceu pra sofrer, muito menos pra chorar por causa de homem, então é aquela famosa frase que todo mundo diz quando quer dar uma de sábio e não sabe como, “os justos pagam pelos pecadores”. E é verdade, a mais pura verdade, se algum dia, em algum momento, a mulher for traída/enganada/magoada por um homem, um único homem, ela simplesmente vai gritar pra quem quiser ouvir que homem é tudo igual, canalha safado cachorro sem vergonha traíra e vagabundo. Toda vez que algum cara mais interessante e mais bonito disser que quer algo com ela, ela vai dizer que “não, obrigada”, ela está muito bem sozinha e muito satisfeita na companhia das amigas e daquela tequila. Aí que começa o problema (ou talvez, em muitos casos, a solução). Quando a mulher começa a valorizar demais as amigas e a bebida, ela tá se tornando um macho sem perceber. Ela começa a perceber que homens nunca dão futuro e que as amigas, olha só que interessante, são ótimas companheiras e a entendem como ninguém quando está de TPM. A amiga sabe o quanto é terrível quebrar uma unha, e o quanto mais terrível ainda é perder um brinco, um anel e uma presilha de cabelo. Porque homem não sabe nada disso, homem, ah, homem só sabe a largura da vagina e o tamanho do seu pênis. Quer dizer, não todos os homens, só aquele que magoou a coitadinha e que ela cismou que todos são assim e que todos vão magoá-la do mesmo jeito, e talvez até pior. Então, como se fosse uma equação matemática, a mulher começa a admirar bundas e peitos, mais do que pênis e tórax. É automático, é como se virar lésbica fosse um alavanca anti-suicídio em caso de coração partido por homem safado. Mulher não nasce lésbica (não todas), a maioria só percebe o quanto a vida pode ser mais prazerosa ao lado de gente que entende ela enquanto os homens só pensam em sexo, sexo e sexo. Mulher vira lésbica porque prefere sofrer preconceito à ter o coração partido por um filho da puta qualquer.



2 years ago · 2993 notes · Via · · reblog
Tagged:
2 years ago · 3352 notes · Via · Source · reblog
Tagged:

2 years ago · 1023 notes · Via · Source · reblog
Tagged:

2 years ago · 3159 notes · Via · Source · reblog
Tagged:

2 years ago · 449 notes · Via · Source · reblog
Tagged:

Bastou saber que você havia pensado em mim, fosse pela besteira que fosse, e meu coração já batia mais devagar, ganhava autoconfiança, eu podia voltar a respirar.


Martha Medeiros  (via r-abi0sa)

2 years ago · 996 notes · Via · Source · reblog
Tagged:
sweetlyfearless:

Se assumir não é uma parada fácil, sabe?! No meu caso pelo menos foi bom de certo modo, minha família sabe que namoro uma garota, as perguntas de ”Cadê o namoradinho?” simplesmente desapareceram, graças a Deus, mas não muda muita coisa não sabe. Se eu tivesse um namorado ele poderia vir na minha casa sem medo do que meu pai diria, eu poderia dar as mãos a ele, ele seria convidado para os almoços de família, mas como tenho uma namorada tudo se complica. Ela só vem na minha casa quando meu pai não está, ”para evitar problemas” é o que minha mãe me diz. Eu só posso dar as mãos a ela fora do meu bairro porque minha família tem medo do que os ”amigos” vão dizer, e beijar? HAHAHAHA risadas eternas. Dentro de casa, numa roda de amigos, no escurinho do cinema… agora em público? Aquele selinho de ”oi” e aquele beijinho de ”tchau”? Aí complica a história. Nunca tive vergonha de sair por aí de mãos dadas com ela, de beijar, abraçar, apertar e amar a minha namorada em qualquer lugar que seja, mas sei bem que tudo tem seus limites, até porque esses limites já foram bem impostos a todos nós de forma bem bruta. Já sofri preconceito sim, na escola, na rua, no trabalho, mas pior de todos é dentro de casa. Eu queria ter uma vida de casal sem problemas, queria que ela frequentasse minha casa e jantasse com meu pai e minha mãe, queria que nos almoços de família minha vó dissesse que podia chama-la, queria que minhas tias e primos tivessem o prazer de rir das piadas sem graça que ela conta, queria que minha família visse a pessoa maravilhosa que ela é e o quanto eu sou feliz de tê-la ao meu lado. Mas não, acho que nunca irei poder ter isso, natal, aniversário, páscoa, e essas datas que a família costuma se reunir, sempre será assim, sempre terei que escolher. Minha família jamais vai saber dos sacríficios que essa garota fez por mim, jamais vão poder ver a graça que é poder conviver com ela. Doí saber disso, afinal, família é um dos bens mais precisos do mundo e eu amo a minha demais, minha linda e pequena família. Pena que pra construir uma família ao lado da mulher que amo eu tenha que abrir mão de certas coisas com minha. Mas a esperança não morre, quem sabe um dia eu não venha contar a vocês sobre o primeiro almoço dela com minha família? Sonhar ainda é de graça e sempre fui boa nisso! (Malena Costa)

sweetlyfearless:

Se assumir não é uma parada fácil, sabe?! No meu caso pelo menos foi bom de certo modo, minha família sabe que namoro uma garota, as perguntas de ”Cadê o namoradinho?” simplesmente desapareceram, graças a Deus, mas não muda muita coisa não sabe. Se eu tivesse um namorado ele poderia vir na minha casa sem medo do que meu pai diria, eu poderia dar as mãos a ele, ele seria convidado para os almoços de família, mas como tenho uma namorada tudo se complica. Ela só vem na minha casa quando meu pai não está, ”para evitar problemas” é o que minha mãe me diz. Eu só posso dar as mãos a ela fora do meu bairro porque minha família tem medo do que os ”amigos” vão dizer, e beijar? HAHAHAHA risadas eternas. Dentro de casa, numa roda de amigos, no escurinho do cinema… agora em público? Aquele selinho de ”oi” e aquele beijinho de ”tchau”? Aí complica a história. Nunca tive vergonha de sair por aí de mãos dadas com ela, de beijar, abraçar, apertar e amar a minha namorada em qualquer lugar que seja, mas sei bem que tudo tem seus limites, até porque esses limites já foram bem impostos a todos nós de forma bem bruta. Já sofri preconceito sim, na escola, na rua, no trabalho, mas pior de todos é dentro de casa. Eu queria ter uma vida de casal sem problemas, queria que ela frequentasse minha casa e jantasse com meu pai e minha mãe, queria que nos almoços de família minha vó dissesse que podia chama-la, queria que minhas tias e primos tivessem o prazer de rir das piadas sem graça que ela conta, queria que minha família visse a pessoa maravilhosa que ela é e o quanto eu sou feliz de tê-la ao meu lado. Mas não, acho que nunca irei poder ter isso, natal, aniversário, páscoa, e essas datas que a família costuma se reunir, sempre será assim, sempre terei que escolher. Minha família jamais vai saber dos sacríficios que essa garota fez por mim, jamais vão poder ver a graça que é poder conviver com ela. Doí saber disso, afinal, família é um dos bens mais precisos do mundo e eu amo a minha demais, minha linda e pequena família. Pena que pra construir uma família ao lado da mulher que amo eu tenha que abrir mão de certas coisas com minha. Mas a esperança não morre, quem sabe um dia eu não venha contar a vocês sobre o primeiro almoço dela com minha família? Sonhar ainda é de graça e sempre fui boa nisso! (Malena Costa)


2 years ago · 5 notes · Via · · reblog
Tagged: